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3ª edição do Seminário Periferias Insurgentes acontece nesta sexta e sábado, 17 e 18 de setembro

14/09/2021

Acontece nos dias 17 e 18 de setembro, sexta-feira e sábado desta semana, o 3º Seminário Periferias Insurgentes. Uma parceria entre a Escola Porto Iracema das Artes e o grupo Nóis […]

Acontece nos dias 17 e 18 de setembro, sexta-feira e sábado desta semana, o 3º Seminário Periferias Insurgentes. Uma parceria entre a Escola Porto Iracema das Artes e o grupo Nóis de Teatro, o projeto surgiu em 2017 e, este ano, tem o conta também com o Centro Cultural Grande Bom Jardim (CCBJ). Ambas as instituições, Porto Iracema e CCBJ, são da Secretaria da Cultura do Ceará (SECULT-CE), que apóia o evento via Lei Aldir Blanc. Na nova edição, o seminário chega com o tema ”Terra-Língua-Cidade-Negrura” e tem o intuito de  fortalecer os espaços de pesquisa sobre a cena cultural das periferias urbanas e sua indispensável relação com o mundo contemporâneo. Toda a programação é virtual, com transmissão pelo YouTube do Grupo Nóis de Teatro, da Escola e do CCBJ.

Conforme o Grupo Nóis de Teatro, que faz a organização do evento, o seminário surgiu a partir do desejo de encontrar “múltiplas vozes que compõem as resistências das periferias de Fortaleza, de ocupar todos os lugares da cidade e discutir as consonâncias e dissensos que entrelaçam essa malha de vozes, esse mosaico ‘sub-urbano’”. A partir do processo de ”destruição” do mundo que nos foi dado a conhecer e da expansão das possibilidades de criação poética, o Seminário busca pensar sobre as práticas artísticas e os desafios do mundo contemporâneo por meio dos relatos de experiência dos convidados.

“É um espaço para pensar as artes a partir das periferias urbanas e suas corporeidades’’, resume Altemar Di Monteiro, encenador, dramaturgo e fundador do Nóis. A nova edição tem um formato completamente virtual, ainda por causa da pandemia de Covid-19. Desse modo, o diálogo com outros estados foi possível e o seminário ganhou um caráter expandido. Artistas do Rio Grande do Norte, de Minas Gerais e de São Paulo marcarão presença. “Nos interessa expandir a ideia de periferia. Periferia não somente como território urbano, mas também como território do corpo’’, comenta Altemar.

Ainda conforme o coordenador do grupo, o título ”Terra-Língua-Cidade-Negrura” propõe pensar uma interseccionalidade dos corpos, das cidades, dos territórios, das corporeidades pretas e indígenas do Ceará e Brasil. “Tecer um mundo onde essas relações não estejam separadas’’, arremata. Criar uma conexão profunda para pensar terra, língua, cidade e negrura, mas também pensar estratégias poéticas para lidar com o mundo neste novo contexto é um dos pilares do evento.

Mesas, apresentações e experimentos cênicos

O experimento cênico online “Despejadas” será exibido no Youtube da Porto Iracema na sexta-feira, dia 17, às 21h. O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Teatro da Escola em 2017. Foto: Allan Diniz

A abertura do III Seminário Periferias Insurgentes: Terra-Língua-Cidade-Negrura acontece às 15h da próxima sexta-feira, dia 17 de setembro. Além de gestores do Nóis e de instituições culturais públicas do Ceará, estará presente o secretário de Cultura do Estado, Fabiano Piúba. Em seguida, às 16h, acontece a primeira mesa de debate, intitulada ENCRUZAS DA TERRA: Espaços de semeadura, com Juão Nyn (RN) e Benício Pitaguary (CE). A mediação será de Pedra Silva (CE). 

O ator, produtor e integrante do Nóis, Henrique Gonzaga, explica que, desde o início, o Seminário foi pensado para ser um espaço de diálogo. Ele, que vai mediar a segunda mesa da sexta, ENCRUZAS DA LÍNGUA: Corporeidades do fim do mundo, às 18h, reforça a importância do encontro. “A mesa traz a proposta de tensionamento e discussão sobre corpo-raça-gênero-palavra. O que essas corporalidades dissidentes tem produzido para além do material poético, mas também possibilidades de resistência e reinvenção do mundo? Principalmente o Brasil como está”, aponta o artista. Participam as convidadas Nivea Sabino (MG) e Romária Holanda (CE).

primeira noite encerra às 21h, com a exibição do experimento cênico online “Despejadas” pelo Youtube da Porto Iracema das Artes. O trabalho teve o projeto desenvolvido no Laboratório de Teatro da Escola em 2017 e traz, em cena, três atrizes do Nóis de Teatro em uma narrativa inspirada no livro “Quarto de despejo”, da autora Carolina Maria de Jesus

A programação do seminário segue no sábado, dia 18, com outras duas mesas. Às 16h, ocorre ENCRUZAS DA RUA: A CIDADE EM DECOMPOSIÇÃO, com Ferrez (SP) e Talles Azigon (CE). A mediação será de Rômulo Silva (CE). Já às 19h, a última mesa, ENCRUZAS DA NEGRURA: Tempos da destruição, recebe Ellen Rio Branco (SP) e Roberta Kaya (CE), mediada por Kelly Enne Saldanha (CE). 

programação encerra às 21h, com a exibição do espetáculo Ainda Vivas Online + Nóis de Teatro, Sarau da B1, Okupação, Pretarau e Bate Palmas, pelo Canal do Youtube CCBJ. 

Confira abaixo a programação completa: 

>>> 17 de setembro, sexta-feira

15h – Abertura do Seminário

Canal Youtube Nóis de Teatro

Kelly Enne Saldanha (Equipe de Gestão Nóis de Teatro)

Fabiano Piúba (Secretário de Cultura do Estado do Ceará)

Levy Mota (Porto Iracema das Artes)

Joaquim Araújo (Centro Cultural Bom Jardim)

Levi Nunes (Centro Cultural Bom Jardim)

16h – MESA 1 – ENCRUZAS DA TERRA: Espaços de semeadura 

Canal Youtube Nóis de Teatro

Convidades: Juão Nyn (RN) e Benício Pitaguary (CE)

Mediação: Pedra Silva (CE)

Das encruzas dos corpos e corpas à força vital que nos chama à retomada da Terra, o que é possível elaborar como possibilidade de semear um outro mundo? A mesa tem por objetivo pensar nas práticas artísticas circunscritas na relação com a terra e com as forças místico-poéticas da vida. 

18h – MESA 2 – ENCRUZAS DA LÍNGUA: Corporeidades do fim do mundo

Canal Youtube Nóis de Teatro

Convidades: Nívea Sabino (MG) e Romária Holanda (CE)

Mediação: Henrique Gonzaga (CE)

É possível sair dos limites do mundo como o conhecemos para expandir as compreensões de corpo, raça, gênero e palavra? Como habitar as periferias do mundo sem nelas tecer algum tipo de fronteira, limite ou clausura? A mesa busca seguir o rastro poético das possibilidades criativas inscritas na expansão dos limites da palavra, do território, do corpo e do gênero. 

21h – Experimento Cênico Online “Despejadas” (Nóis de Teatro)

Canal Youtube Porto Iracema das Artes

Inspiradas no livro “Quarto de despejo”, de Carolina Maria de Jesus, as mulheres do Nóis de Teatro se colocam em discussão na busca dos paralelos possíveis entre as favelas da autora, no anos 1960, e as de hoje. Em cena, três atrizes lançam as suas complexidades em jogo, três gritos urgentes conduzem o público por um caminho de dores e resistência, muitas.

>>> 18 de setembro, sábado

16H – MESA 3 – ENCRUZAS DA RUA: A CIDADE EM DECOMPOSIÇÃO

Canal do Youtube Nóis de Teatro

Convidados: Ferrez (SP) e Talles Azigon (CE)

Mediação: Rômulo Silva (CE)

A rua nos chama para recompor o mundo. Nela, ainda existem forças que sabotam a tentativa de controle de todas as formas de viver. A mesa busca pensar em práticas poéticas e experiências de cidade que desordenam o plano de morte vigente no mundo como o conhecemos.

19H – MESA 4 – ENCRUZAS DA NEGRURA: Tempos da destruição

Canal do Youtube Nóis de Teatro

Convidadas: Ellen Rio Branco (SP) e Roberta Kaya (CE)

Mediação: Kelly Enne Saldanha (CE)

Na negridade existe algo que desorganiza e sabota o plano de ordenamento do mundo. Como ativar a força política dessa diferença radical? Como desenhar outro corpo para destruir o mundo que nos foi dado a conhecer? O seminário finaliza com três mulheres pretas discutindo as possibilidades poéticas de pensar o mundo outramente.

21h – EXIBIÇÃO AINDA VIVAS ONLINE + NÓIS DE TEATRO, SARAU DA B1, OKUPAÇÃO, PRETARAU E BATE PALMAS.

Canal do Youtube CCBJ

Conta-se que a melhor forma de travar conhecimento sobre uma cidade é saber como se ama, como se trabalha e como se morre. A partir desse argumento, o Nóis de Teatro reúne no experimento “Ainda Vivas Online” uma sucessão de jogos sobre amor, trabalho e morte. Numa cidade sonâmbula, pessimista, online e sem utopia aparente, perguntamos se ainda é possível um projeto político emancipatório para nossas vidas. “Ainda Vivas Online” é, antes de tudo, um experimento sobre não morrer.

Sobre as pessoas convidadas

ALTEMAR DI MONTEIRO

Encenador, dramaturgo, diretor fundador do Nóis de Teatro, doutor em Artes pela EBA/UFMG. Pesquisa as relações entre corpo e cidade nas tessituras poéticas do Teatro de Rua Contemporâneo e seus atravessamentos periféricos e raciais.

BENÍCIO PITAGUARY

Indígena pitaguary, liderança jovem da aldeia Monguba, terra Indígena Pitaguary, no Município de Pacatuba no estado do Ceará. Mestrando no Programa de Desenvolvimento e Meio Ambiente/ UFC, Licenciado em Geografia – UFC, é comunicador Indígena – Mídia India , Youtuber indígena ,  Artista Plástico em Grafismos Indígenas, Terapeuta holístico e massoterapeuta. Articulador no Museu Indígena Pitaguary.

TALLES AZIGON

Foto: Daniel Firmino

Talles Azigon, Poeta, editor, mediador de leitura , produtor e curador de eventos literários. Um dos criadores da Editora Substânsia e criador da Livro Livre Curió Biblioteca Comunitária. Autor de cinco livros de poemas, incluído o projeto Saral.

JUÃO NYN

Foto: Mylena Sousa

Juão Nyn é multiartista, atua na performance, no teatro, no cinema e na música. Potyguar(a), 32 anos, ativista comunicador do movimento Indígena do RN pela APIRN, integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa, da Cia. de Arte Teatro Interrompido e vocalista/compositor da banda Androide Sem Par.

ELLEN RIO BRANCO

Foto: Laura Iracema

Ellen Rio Branco é atriz das Filhas da Dita, que em 2022 completa 15 anos de existência/residência. Jongueira da Comunidade Jongo dos Guaiánas, arte educadora, articuladora cultural,  Artista do audiovisual,  co-diretora do documentário “Cê quer mentir pra preta velha?” e moradora de Cidade Tiradentes Periferia São Paulo.

FERREZ

Foto: Júlio Torres

Ferréz vem afiado na palavra falar sobre literatura Marginal e seus mais de 20 anos de carreira como escritor, seus personagens, a relação de sua literatura com o cotidiano da cidade principalmente a periferia, além de declamar poesias suas, trechos de contos, e textos, ele traz também a leitura de ”Os ricos também morrem”’ para uma reflexão e bate papo com o público.

HENRIQUE GONZAGA

Ator, produtor, professor de teatro, jornalista e pesquisador. Bacharel em Jornalismo e Licenciado em Teatro, é um dos fundadores do Nóis de Teatro. Participou de quase todas as montagens do grupo, transitando entre o trabalho de ator e de assistência de direção. Pesquisa as tessituras poéticas dos corpos dissidentes, em especial corpos bixas, pretes e favelados.

NIVEA SABINO

Foto: Pablo Bernardo

Poeta-slammer, ativista e educadora social. Autora de Interiorana, Nívea Sabino nasceu em 1980 na cidade de Nova Lima/MG, onde reside. Graduada em Comunicação Social, possui uma importante trajetória de ativismo poético no que tange o enfrentamento ao racismo, à lesbofobia, ao sexismo e outras formas de opressão, através da palavra, pelos saraus de periferias. É uma das articuladoras da RodaBH de Poesia e mulher pioneira nas competições de Poesia Falada – Slam’s, em Minas Gerais. É membra fundadora da Academia Nova-limense de Letras. Em 2019 foi co-curadora do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte, com a temática #NarrativasVivas. Nívea Sabino é jurada do Prêmio Jabuti 2020 na categoria “Poesia” e assina o Conselho editorial da “Coleção Ouvido Falante – que registra os sons, a voz, a escritura e a obra de poetas da Poesia Falada” em parceria com a editora Impressões de Minas.  Através do projeto “Interioranas” apresenta poemas do livro na versão musicada de canto-poemas.

KELLY ENNE SALDANHA

Foto: Alex Hermes

Atriz e produtora do Nóis de Teatro. Coordenadora de Formação em Teatro no Centro Cultural do Bom Jardim e Licencianda em Teatro pelo IFCE, trabalha também desenvolvendo ações culturais no bairro da Granja Portugal e é colaboradora do Coletivo Inflamável. 

ROBERTA KAYA

Foto: Carolina Sousa

Roberta Kaya encontra na arte estratégias para driblar estatísticas genocidas. Estudante de licenciatura em música na Universidade Estadual do Ceará, cantora, compositora e instrumentista. A artista desenvolve uma pesquisa em produção musical e música eletrônica com referências da música afro-brasileira e diásporas cotidianas. O timbre forte da artista é sinônimo de resistência e ancestralidade, que ao longo de sua trajetória, cativa mais maturidade e fluidez sonora que remete às memórias, sensações e ruídos inerentes a seres-criaturas que respiram fortificadas pela própria história. O trabalho mais recente da artista é o projeto/ensaio “Negrazúmbida: O que habita entre o som e a palavra?” arte e latência de corpos que emergem para superfície.

PEDRA SILVA

Pedra Silva é uma travesti em retomada ancestral identitária, macumbeira, artista multilingue, arte-educadora e pesquisadora das encruzilhadas. Trabalhadora da corrente espiritual do culto de Omolokô no Abassá de Omolu e Ilê Iansã. Transita entre as artes corporais e as artes (áudio)visuais. Guia de Travessia do Percurso Básico de Teatro Negro (PBTN). Graduanda do curso Lic. em Teatro do Instituto Federal do Ceará e integrante da Coletiva NEGRADA.

ROMÁRIA HOLANDA

Romária Holanda é artista, educadora popular, militante cultural, licenciada em Teatro pelo Instituto Federal do Ceará – IFCE , atualmente integra a Rede de Arte e Cultura na Reforma Agrária – Rede PACRA, membra do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro e Indígenas – NEABI Fortaleza e do Coletivo Terreiro Cultural de Caetanos de Cima.

RÔMULO SILVA

É integrante do Laboratório de Estudos da Conflitualidade e Violência (COVIO/UECE), onde coordena a linha de pesquisa “Estudos afro-atlânticos” e também pesquisador-colaborador no Laboratório de Arte Contemporânea (LAC/UFC). Tem interesses nas áreas da Sociologia Imaginativa; Mediação de Leituras; Bibliotecas-Livres e Encontros-saraus, além dos Estudos [Anti]coloniais. Mestre e doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia (PPGS/UECE).

SOBRE O GRUPO NÓIS DE TEATRO

O Nóis é um grupo de teatro profissional atuante desde 2002 em Fortaleza – Ce. Nesses 19 anos de pesquisa e produção continuada, o grupo reside no Grande Bom Jardim, tornando-se uma das referências nacionais de trabalho artístico desenvolvido em periferia. A sede do grupo tem sido espaço de circulação e produção de bens culturais, lugar onde os oito participantes realizam noites culturais e oficinas para a comunidade. A pesquisa poética do grupo tem como matriz um olhar político sobre a cena teatral, investigando os espaços públicos como lugares de encenação e descobertas. As vertentes do teatro performativo e suas interfaces com a performance do ator/atriz de rua contemporâneo tem sido o mote para a nossa construção poética, refletida no nosso atual repertório de espetáculos: “Todo Camburão Tem Um Pouco de Navio Negreiro”, “Despejadas” e “Ainda Vivas – Três Peças do Nóis de Teatro”.

SOBRE A ESCOLA PORTO IRACEMA DAS ARTES 

A Porto Iracema das Artes é a escola de formação e criação em artes do Governo do Estado do Ceará, instituição da Secretaria da Cultura (Secult) gerida pelo Instituto Dragão do Mar (IDM). Criada em 29 de agosto de 2013, há oito anos desenvolve processos formativos nas áreas de Música, Dança, Artes Visuais, Cinema e Teatro, com a oferta de Cursos Básicos e Técnicos, além de Laboratórios de Criação. Todas as ações oferecidas são gratuitas.

SOBRE O CCBJ

O Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) é uma política pública que se constitui em centro cultural de base comunitária, vinculado à Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), gerido pela Organização Social Instituto Dragão do Mar (IDM). O equipamento cultural nasce da luta popular, em 2006, e mantém como diretriz o acesso e a democratização no campo das artes, das culturas e dos Direitos Humanos, atuando prioritariamente, no território do Grande Bom Jardim (GBJ), composto pelos bairros Canindezinho, Granja Lisboa, Bom Jardim, Granja Portugal e Siqueira. Atualmente, o CCBJ sustenta-se em três pilares de atuação: fruição e difusão por meio da Ação Cultural; pesquisa, formação básica, técnica e extensiva em seis programas de atuação (Dança, Música, Teatro, Audiovisual, Cultura de Digital e Acessibilidade) pela Escola de Cultura e Artes CCBJ; e atenção social, por meio do Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE), que atua nos eixos Educação Social, Cultura e Infância, Articulação Comunitária, Psicologia Comunitária e Assistência Social.

SERVIÇO

O quê: 3ª edição do Seminário Periferias Insurgentes acontece nesta sexta e sábado, 17 e 18 de setembro

Quando: Sexta-feira e sábado, dias 17 e 18 de setembro de 2021

Onde: YouTube do Grupo Nóis de Teatro, do CCBJ e da Escola Porto Iracema das Artes 

Gratuito e online

Para recebimento de certificado, é possível se inscrever previamente em https://cutt.ly/wW9GRAJ

Assessoria de Comunicação Porto Iracema das Artes | Texto: Gabriela Feitosa (estagiária), com supervisão de Raphaelle Batista (jornalista) | Publicado em 14/09/2021.

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