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O programa vem com o compromisso de formar profissionais e artistas, mas também espectadores, ouvintes e leitores críticos, que possuirão as ferramentas necessárias para contarem suas histórias e utilizar a linguagem para visibilizar as mais diversas existências de corpos, opiniões, modos de vida, cosmovisões e expressões identitárias. O ensino de audiovisual na periferia traduz ainda a importância de contestar os estigmas de representação da mesma nos veículos de comunicação hegemônicos, perpetuadora de diversas formas de violência e aniquiladora das possibilidade de existência plural e diversa inerente a qualquer e toda população.

Alunos em sala de aula.

Coordenação / Supervisão

Lívia de Paiva é realizadora audiovisual e membro da Molhadas Coletiva em Fortaleza-CE. Graduou-se em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense. Dirigiu, fotografou e montou em coletivo os curtas-metragens “Carruagem Rajante”, “Antes da Encanteria”, “Roques de Quarto” e o longa “Tremor Iê”. Fez direção de fotografia nos filmes “As Cores do Divino”, “Orla”, ambos de Victor Costa Lopes, 2019, “Hera Vania” em parceria com Linga Acácio (dir. Ticiana Augusto Lima, pós-produção) e “Noturno” em parceria com Luciana Rodrigues (dir. Irene Bandeira, pós-produção).

Montou os curtas “Jornal” (Luiz Rosemberg Filho, 2016) e “Ficar me Trouxe até aqui” (dir. Renata Cavalcante, 2016), a série documental para televisão “Identidade #Transvive” em parceria com Victor Costa Lopes (Tardo Filmes, inédita) e a instalação audiovisual “Cratena Lunar” (dir. Vivi Rocha, 2019) em parceria com Elena Meirelles. Foi uma das curadoras da mostra “Formas abertas e os tempos das colheitas” (projeto Telas Abertas da Vila das Artes, 2017). Atualmente trabalha como coordenadora de audiovisual do Centro Cultural Bom Jardim, equipamento da Secult-CE.
Crédito da foto: Darlene Andrade