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Assistência Social

Tomando por base estes documentos e carregando consigo as vivências próprias do CCBJ, o(a) assistente social será responsável por:

– Contribuir com as proposições, planejamento e execução de atividades coletivas, grupos de discussão, oficinas, palestras e capacitações, apoiando as equipes do CCBJ, em seus diferentes eixos de atuação;

– Prestar orientação social a indivíduos e grupos com vistas à ampliação do acesso aos direitos sociais;

– Prestar acompanhamento nas identificações de violação de direitos, utilizando dos instrumentais específicos e dos documentos técnicos operativos do Serviço Social sempre que for avaliado sua necessidade;

– Acompanhar as notificações de violação de direitos, assessorando no acionamento do sistema de garantia de direitos e realizando o acompanhamento da referência e contra referência dos encaminhamentos realizados;

– Apoiar a Mediação de Conflitos, respeitando as diretrizes do projeto profissional do Serviço Social;

Pessoas em programação do NArTE

– Identificar, encaminhar e monitorar possíveis situações de violações cometidas contra alunos(as) e suas famílias, bem como de frequentadores(as);

– Prestar serviços em formato de plantão psicossocial, seguindo o procedimento de:

a) Quando acionado, no primeiro contato, realizar a acolhida;

b) Após a verificação da violação, encaminhar para a rede socioassistencial;

c) Monitorar como contra referência com a rede a situação de violação, na perspectiva de superá-la.

– Documentar os casos semanalmente ou sempre que for requisitado, para subsidiar o sistema de informação acerca de suas atividades, bem como dar visibilidade para situações que requerem atenção prioritária;

– Ser facilitador de processos comunitários, coordenando a aplicabilidade destes na transversalidade com a educação popular;

– Subsidiar e ser subsidiado pelo Conselho Regional de Psicologia Região 11 (Ceará) e Conselho Federal de Psicologia, através do CREPOP (Centro de Estudos em Políticas Públicas), considerando a importância de ocupar este espaço enquanto articulação do CCBJ, com a finalidade de qualificar a prática do psicólogo em uma abordagem comunitária em um Centro Cultural;

– Deverá realizar atendimento emergencial aos funcionários(as) somente em situações excepcionais, devendo encaminhar demandas desta natureza para a rede de parceiros.

Ações promovidas pelo(a) psicólogo(a):

– Grupos terapêuticos – São grupos temáticos de discussões, com o objetivo de gerar reflexões sobre temas variados por meio de uma rede de apoio e de compartilhamento entre os participantes.

– Mediação de conflitos – Atuar junto as equipes de mediação de conflitos oferecendo uma escuta diferenciada;

– Grupos de apoio a educadores(as) – Intervenções coletivas e individuais junto aos(às) educadores, promovendo espaços de discussão e orientação;

– Orientação profissional/Projeto de vida – Proporcionar diálogos e atividades que possibilitem aos(às) jovens conhecer e refletir de forma crítica acerca do mercado de trabalho e desenvolverem seu projeto devida;

– Arteterapia – Criação estética e a elaboração artística em prol da saúde.

 Marcos Levi Nunes, no centro, falando em um palco, acompanhado de mais duas pessoas

A articulação é fundamental para fortalecer a mobilização de entidades, instituições, coletivos de juventudes, artistas, parceiros e comunidades, para que estas possam estar mais fortalecidas no Grande Bom Jardim Assim, a articulação serve como uma estratégia de aproximação e potencialização das várias redes que já atuam no território. A Articulação possui também a tarefa de transmitir informações do equipamento para esses atores, tentando os manter informados sobre as diversas atividades formativas e agendas culturais que têm sido desenvolvidos pelo espaço. A importância central da articulação está na construção de pontes entre o CCBJ e as diversas comunidades que o circunda.

Você já parou para pensar na cultura que é produzida pelas crianças? O eixo de atuação da Cultura Infância tem interesse em compreender o mundo a partir da ótica das crianças, tendo em vista que todo ser humano foi ou ainda é criança. O eixo pertence ao Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE), que desenvolve atividades educativas e de assistência social voltadas para as comunidades pertencentes ao Grande Bom Jardim. O Cultura Infância tem como diretriz legal o Estatuto da Criança e do Adolescente, e foca em crianças, familiares e responsáveis, assim como educadores e cidadãos que trabalham e se importam com o público infantil.

Cultura Infância é tudo que é produzido para e pelas crianças, desde jogos, brincadeiras e comportamentos, reconhecendo nelas a autonomia de criação de sua própria cultura. Dessa forma, passamos a reconhecer na criança sua capacidade de ação e interação, assimilando o mundo ao seu redor de maneira simbólica e construindo seus próprios significados. Assim, a Cultura para a Infância supera o patamar de “apreciação da arte” e torna-se ferramenta potente para a construção de uma comunidade menos desigual, utilizando a arte como transformação da realidade e construção de pontes para o acesso a Direitos Humanos em plenitude. A arte atrelada à educação é uma ferramenta valiosa na formação de cidadãos mais sensíveis, atentos e críticos.

O que é ser criança, pelas crianças!

Conheça nossos projetos

É o Brinca!

Programação que acontece todos os domingos do mês, com contações de histórias, atividades de lazer, brincadeiras populares e apresentações culturais, realizadas pelos educadores do eixo e por grupos artísticos da cidade, através de convite e das chamadas públicas e de editais do Governo do Estado. As atividades acontecem presencialmente no equipamento, mas durante a pandemia a programação migrou para formato virtual e está disponível para todos no canal do Youtube do Centro Cultural Bom Jardim. Acesse nossa playlist e escute nossas histórias!

Nas Trilhas da Infância

São encontros realizados com convidados de associações parceiras, escolas da região e público em geral, com o objetivo de dialogar sobre a infância dentro do território e seus atravessamentos sociais, econômicos e psicológicos. São ciclos de conversa sobre as infâncias, que abordam temáticas como saúde mental e as crianças, autismo, o livre brincar como direito humano, entre outros. Dessa forma, além de criar reflexões em relação à infância, busca-se a construção e o fortalecimento de uma rede de Cultura Infância dentro do território do Grande Bom Jardim. Ao lado você acessa nossa playlist, boas reflexões!

Oficinas de Vivências Artísticas

Oficinas que ocorrem mensalmente de forma virtual, destinada a crianças de 7 a 12 anos do território do Grande Bom Jardim, através de parcerias com escolas e Associações Comunitárias. As Vivências Teatrais têm como intuito trabalhar exercícios que desenvolvam consciência corporal e a imaginação, fortalecendo a criatividade e concentração das crianças. A Vivência com Jogos Percussivos é uma experiência com musicalidade e musicalização, onde todo o percurso é composto por jogos lúdicos motivadores. As Vivências voltadas para Artes Visuais estimulam a capacidade expressiva das crianças através de desenho, pintura, grafite e colagens. Quer conhecer nosso plano de atividades? Clique aqui!

Documentos que nos inspiram

PLANO DE CULTURA INFÂNCIA

CARTA DAS CIDADES EDUCADORAS

Declaração de Barcelona (1990)

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Edição atualizada até outubro de 2017

Crianças em programação do Narte

Arte-educação é utilizada pelo NArTE como uma estratégia que busca assegurar o acesso à informação sobre direitos e deveres, bem como, procura de forma lúdica conscientizar a população da importância fundamental dos Direitos Humanos para a construção de uma vida com dignidade para o território. Assim, a arte se torna instrumento de mediação e coopera para a construção de um senso de responsabilidade coletiva que as crianças, adolescentes e jovens acompanhados no CCBJ devem apreender. Dessa forma, o intuito é utilizar métodos lúdicos e dinâmicos para fortalecer essas questões. 

Nosso desafio é realizar uma intervenção socioeducativa que corresponda às demandas sociais do Grande Bom Jardim, entendendo essas necessidades e circunstâncias, criando deste modo estratégias de construção e fortalecimento dessa consciência social através de possibilidades criativas. Ilustrando e articulando métodos que viabilizem a minimização das dificuldades enfrentadas por crianças, adolescentes e jovens e suas famílias. Por isso, nossa atuação pautada na educação social com ênfase na arte-educação, busca se tornar a partir do vínculo com esse público uma ferramenta potente para traçar estratégias que ajudem a minimizar os riscos de violações de direitos.

As atribuições dos(as) educadores(as) sociais do CCBJ são:

– Acompanhar a participação de alunos(as) e frequentadores(as) nas atividades desenvolvidas pelo CCBJ (eventos da programação e difusão, atividades esportivas, atividades de formação, capacitações, etc);
– Permanecer no pátio e nos demais espaços dos CCBJ para abordar público, ajudando a captar o perfil deles(as) e orientá-los(as) sobre as oportunidades que o CCBJ oferece (cursos, serviços, eventos, etc);
– Intermediar a relação do público com os demais setores do equipamento garantindo um diálogo compartilhado no sentido de promover maior integração ao CCBJ;
– Identificar casos de violação de direitos vivenciados pelos(as) alunos(as) e frequentadores(as), encaminhando para o(a) assistente social e/ou psicólogo(a), através de um instrumental padrão;
– Abordagem de crianças, adolescente e jovens vulneráveis (uso de drogas; em conflito com a lei, com outros jovens ou com a própria família; adolescentes grávidas; vítimas de exploração; jovens que não frequentam escolas etc) para
devidos encaminhamentos;
– Participar de formações internas e externas, visando ao aprimoramento e qualificação profissionais.
– Organizar as informações referentes às atividades realizadas pelas equipes de trabalho, elaborando os relatórios mensais das ações desenvolvidas, quantificando o público atendido e gerando documentos comprobatórios;
– Pesquisar, estudar temas, assuntos, teorias e metodologias relacionados à sua atuação;
– Realizar grupo de estudos e pesquisas sobre direitos humanos, cidadania cultural, infância e juventude;