A professora e bióloga marinha Sandra Beltran-Pedreros foi recebida no Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria de Cultura do Ceará (SECULT CE) gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), para realizar uma palestra em alusão à Semana Estadual da Proteção aos Manguezais.
O evento, voltado às mulheres da comunidade do Grande Bom Jardim, contou com uma sessão de cinema, na qual foi exibido “Museu Itinerante: educar para libertar”, um vídeo educativo que mostra imagens do Ecomuseu Natural do Mangue, localizado no bairro Sabiaguaba, em Fortaleza.
Sandra Beltran-Pedreros também é coordenadora de pesquisa do Ecomuseu e estava ao lado de Beth Araújo, produtora cultural do Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba. As convidadas falaram sobre a importância da preservação dos manguezais e ressaltaram o papel desse ecossistema para o meio ambiente.
Para dar início à sua exposição, Beltran-Pedreros tratou o tema do evento de modo a aproximá-lo da vida cotidiana. “Os manguezais são lugares de onde vocês [mulheres] vão buscar o sustento”, disse a bióloga, pontuando a relevância do ecossistema na produção de alimentos.
A professora também exaltou a importância da preservação dos manguezais para a conservação da biodiversidade, ressaltando o ecossistema como berçário do mundo. Afinal, segundo Sandra Beltran-Pedreros, os manguezais sustentam 80% das espécies de peixe.
O evento do CCBJ se seguiu em clima de sensibilização e conscientização da causa ambiental, sobretudo em relação aos mangues e manguezais, a fim de compartilhar conhecimento acerca desse ecossistema rico em biodiversidade. Segundo a professora Sandra, o conhecimento é o primeiro passo para corrigir os comportamentos nocivos ao meio ambiente.
A ação foi realizada pelo Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba em parceria com o CCBJ, ambos equipamentos geridos pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), junto a Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (SEMA), o Ecomuseu Natural do Mangue e a ONG Aquófilos, em referência ao Dia Internacional da Conservação dos Manguezais, data celebrada no dia 26 de julho.
Por meio da Secretaria de Cultura do Ceará, o Governo do Estado certificou 69 entidades e coletivos culturais, sendo seis deles localizados no Grande Bom Jardim. O resultado foi divulgado no dia 24 de julho, e os projetos contemplados pela chamada pública de 2023 agora são considerados Pontos de Cultura do Ceará.
Bloco Zé Almir, Bonde Somos Todas Marias, Brincantes Sonoros, Fórum de Cultura do Grande Bom Jardim, Palácio Maria Luziara e Quintal Cultural Raimundo Vieira são os seis novos Pontos de Cultura do Grande Bom Jardim, tendo sido os dois últimos assessorados pelo Bússola Cultural, um dos serviços do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ).
Cada uma dessas iniciativas promove atividades culturais relacionadas ao teatro, à dança, à música e outras linguagens artísticas, associando-as à militância e à luta política, e atuam na difusão da cultura e da educação, visto que muitos desses grupos ofertam oficinas e formações, no território do Grande Bom Jardim e em outras áreas de periferia.
“A certificação pode proporcionar benefícios como acesso a incentivos fiscais, proteção de patrimônio e visibilidade, contribuindo para a preservação e promoção da diversidade”, afirma a massoterapeuta e mãe de santo Jacqueline Gonçalves, representante do terreiro Palácio Maria Luziara.
As expectativas de Lenice Ferreira, Bruno Sodré e Graça Castro, os respectivos representantes do Quintal Cultural, Brincantes Sonoros e Fórum de Cultura do Grande Bom Jardim, são o fortalecimento das atividades e maior abrangência de público. O reconhecimento também é considerado uma vitória para a periferia.
“A certificação pelo Governo do Estado é uma prova de que a luta comunitária e popular vale a pena e que a cultura periférica está cada vez mais próxima de onde deve estar: no centro dos debates, das oportunidades e das condições de produzir arte mudando vidas”, diz a articuladora comunitária Graça Castro.
“Como Ponto de Cultura, podemos fortalecer o fazer e o pensar artístico periférico e, assim, tecer caminhos e redes de ação coletiva com artistas e grupos”. Assim como Graça Castro, Bruno Sodré avalia o reconhecimento oficial como uma forma de impulsionar o contato do Brincantes Sonoros com outros pontos de cultura do estado.
Além de potencializar os serviços e ações promovidos pelos Pontos de Cultura, a certificação do Governo do Estado pode fortalecer a rede de coletivos, entidades culturais do estado e trabalhadores da cultura, podendo ampliar também a credibilidade desses grupos, como acredita Jacqueline Gonçalves.
A relação do Centro Cultural Bom Jardim com os Pontos de Cultura do território
O CCBJ, equipamento da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult CE), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), também faz parte da história do coletivo Brincantes Sonoros, que iniciou suas atividades no CCBJ há mais de dez anos.
Bruno Sodré, coordenador geral do Brincantes Sonoros, conta que as atividades do projeto começaram quando ele ainda fazia um curso de percussão no equipamento. Assim, ele começou a dar aulas de percussão no CCBJ e, aos poucos, foi acrescentando outras atividades que contemplam diferentes linguagens artísticas e expandindo o projeto.
Além da assessoria do Bússola Cultural, o CCBJ também tem um histórico com o Quintal Cultural Raimundo Vieira, que existe desde 2017 e participou, a convite do evento, do curso de produção de eventos literários. A partir do curso, foi criada a biblioteca comunitária do Quintal Cultural, que serviu como ponto de partida para a expansão das atividades do projeto.
Já para o Fórum de Cultura do Grande Bom Jardim, a relação é de respeito e admiração pelo Centro Cultural. “Nós temos amor pelo equipamento pelo significado simbólico de sua existência e de sua função como semeador de sonhos”. O significado simbólico mencionado por Graça Castro pode ser percebido na definição do trabalho do CCBJ feita por Jacqueline Gonçalves.
A fundadora do terreiro Palácio Maria Luziara, um dos grupos orientados e assessorados pelo Centro Cultural Bom Jardim por meio do Bússola Cultural, compreende que a importância do trabalho do equipamento está no “desenvolvimento do senso de pertencimento e coesão social na comunidade”.
Enquanto beneficiadas pelo serviço do CCBJ, Lenice Ferreira e Jacqueline Gonçalves associam a conquista da certificação do Quintal Cultural Raimundo Vieira e do Palácio Maria Luziara como Pontos de Cultura diretamente ao Bússola Cultural.
Para agendar atendimento com o Bússola Cultural, acesse aqui. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail bussolacultural.ccbj@idm.org.br.
O Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (SECULT/CE), gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM) abre inscrições para credenciamento de prestadores de serviço para atuação no eixo de Ação Cultural do equipamento. As inscrições vão até 26 de agosto através de formulário online.
Inscreva-se e confira o edital completo no site do Instituto Dragão do Mar.
Dúvidas: fernanda.alcantara@idm.org.br.
Por meio de parceria com o Movimento Amazônia de Pé, o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria de Cultura do Ceará (Secult CE), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), se soma à luta pela defesa da Amazônia e da questão ambiental.
“Acredito que seja de muita importância que os movimentos culturais, os movimentos artísticos e o movimento ambientalista, eles têm que estar agregados um ao outro”, diz Eduardo Marques. O educador do Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE) do CCBJ julga ser possível a maior compreensão do panorama político e social a partir da interdisciplinaridade.
O Movimento Amazônia de Pé se define como um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP), isto é, um projeto proposto pela população ao Congresso Nacional. A Lei Amazônia de Pé se propõe a destinar 57 milhões de hectares amazonenses a povos indígenas, quilombolas, pequenos produtores extrativistas e novas Unidades de Conservação da Natureza de Uso Sustentável.
Para que a proposta chegue ao Congresso a fim de ser analisada e votada, o Amazônia de Pé possui a meta de coletar um milhão e meio de assinaturas físicas, que corresponde a 1% do eleitorado brasileiro. Desse modo, o papel do Centro Cultural Bom Jardim nesta parceria, firmada por meio do NArTE, se dá pelo recolhimento de assinaturas no equipamento.
Eduardo Marques, o educador social responsável por mediar a parceria do CCBJ/NArTE com o Movimento Amazônia de Pé, ressalta a necessidade de que o eixo de educação social do setor esteja afinado com a educação ambiental, destacando a importância dessa especialidade de ensino para a periferia devido à capacidade de sensibilizar através do conhecimento.
O Movimento Amazônia de Pé, além das proposições do PLIP, atua contra o Marco Temporal e as políticas de desmatamento, mobilizando pressão a políticos em defesa dos direitos dos povos indígenas e das populações ribeirinhas e quilombolas.
Segundo Eduardo, o Amazônia de Pé tem buscado parceria com equipamentos culturais para aproximar os movimentos ambientalista e cultural. O Centro Cultural Bom Jardim, então, será um dos pontos de coleta de assinaturas de funcionários e frequentadores do equipamento como forma de contribuir para a mobilização em defesa da preservação ambiental.
As assinaturas serão coletadas presencialmente e as fichas de assinatura ficarão disponíveis até o mês de setembro no Centro Cultural Bom Jardim. O equipamento fica localizado na Rua 3 Corações, no bairro Bom Jardim, em Fortaleza.
O mês de férias proporcionou aos alunos e alunas do programa de Cultura Digital do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Governo do Ceará (SECULT), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), um momento de imersão no universo dos games através do Festival Bojogá na Kuya.
As alunas do curso básico “Mulheres na Programação: Desenvolvimento de Jogos Digitais”, promovido pelo Programa de Cultura Digital da Escola de Cultura e Artes do CCBJ, participaram da abertura do evento, realizada no dia 7 de julho na Kuya — Centro de Design do Ceará, equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará gerido pelo Instituto Mirante.
A abertura iniciou com o debate “Economia Criativa e inovação: Como os Games Empoderam a Cultura pelo Design”, que contou com a participação de Luisa Cela (Secretária da Cultura), Salmito Filho (SDE), Vladyson Viana (Secretário do Trabalho) e Alci Porto (Sebrae). Em seguida, as alunas conferiram a inauguração da mostra “Gamecultura: o Design dos Jogos ao longo do tempo”, uma mostra interativa que traz jogos clássicos e contemporâneos, trazendo uma linha do tempo de consoles e até as antigas máquinas de jogos. Antes da abertura, as meninas fizeram uma visita guiada aos equipamentos presentes na Estação das Artes, conhecendo a Pinacoteca, Estação das Artes e Kuya.
Mariana da Silva Rebouças de Carvalho, 18 anos, aluna do curso, conta animada dos planos de retornar à mostra com mais tempo para aproveitar todos os jogos. “Tô achando incrível, principalmente a de agora. Até agora os consoles são muito lindos, o problema é que a gente não pode tocar mas são lindos. Tô fingindo que tô jogando aqui”, diz.
No segundo dia de evento, os alunos e alunas do Curso de Longa Duração em Jogos Digitais promoveram um showcase de projetos, onde os visitantes podiam interagir e jogar os jogos que foram criados do zero durante o curso. Jamili, uma das alunas do curso, conta que “foi uma experiência incrível tá aqui, vimos obras de arte, jogamos, apresentamos o nosso jogo. É muito bom que as pessoas gostaram dele, me sinto muito grata”. Jamili e Melissa programaram o jogo “Capivara Migrante”, que também estava disponível na showcase.
Sobre o Festival
O Festival Bojogá na Kuya é uma parceria entre a Kuya – Centro de Design do Ceará, equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará gerido pelo Instituto Mirante, e o Instituto Bojogá de Inovação de Jogos. O tema de 2023 do festival foi “Jogos: Design, Cultura e Indústria”, e a programação aconteceu de 7 a 30 de julho, trazendo uma programação aberta ao público, Trazendo exibições de palestras, documentários, shows virtuais e bate-papos sobre a história das gerações dos jogos digitais, uma feira de criadores e desenvolvedores de jogos, oficinas, rodas de conversa, debates e espaço de negócios.
Registrada como Patrimônio Imaterial pela Prefeitura de Fortaleza, a programação da Tradicional Festa de Iemanjá teve seu ponto alto nos dias 14 e 15 de agosto, celebrando a Rainha do Mar, entidade da Umbanda conhecida como a mãe de todos os orixás, no Aterro da Praia de Iracema.
Com o tema “Tradição e Luta pelos Direitos e Garantias do Patrimônio Imaterial do Estado do Ceará”, a abertura do festejo ocorreu, no dia 14, a partir das 18h, com falas institucionais e saudações a Iemanjá feitas por autoridades religiosas da Umbanda e com a apresentação musical do grupo D’ Passagem, além dos rituais religiosos conhecidos como giras seguidos por toda a noite. Durante os dois dias tivemos a presença de 78 terreiros, 2 de Boa Viagem, 1 de Madalena, 1 de Canindé, 1 pentecoste, 1 de Itapajé, 1 de Acaraú, 2 Maranguape, 1 de Pindaré Mirim – MA. E restante de Fortaleza, atingimos um público aproximadamente de 30 mil pessoas
As giras ocorreram nas tendas dispostas na areia da praia, cada uma pertencente a uma família de Umbanda, enquanto as apresentações eram feitas no palco principal. Havia cerca de 15 tendas no local, com a presença de adeptos e simpatizantes à religião.
O dia 15 se seguiu com apresentações culturais de Pingo de Fortaleza, Toque de Senzala, Cigana Kassandra e Cigana Shoraya e DGAL SOLO e com a chegada da jangada com a imagem de Iemanjá. O encerramento do festejo se deu com o retorno da imagem ao mar, junto de oferendas à entidade, no mesmo dia.
“A Festa de Iemanjá, ela é uma demonstração da história, da memória do povo de terreiro desse estado”, disse Selma Madeira, secretária da Igualdade Racial do Ceará. Em sua fala, a secretária pontuou a importância do evento para o fortalecimento das religiões de matriz africana.
Realizada pelo Fórum Permanente do Povo de Terreiro do Ceará, coordenado pelo avô de santo Pai Neto Tranca Rua, a Festa de Iemanjá recebeu secretários da Cultura, da Igualdade Racial e da Diversidade e o vereador Ronivaldo Maia, autor do projeto de lei que permitirá a implementação da estátua de Iemanjá na Praia de Iracema.
O evento conta com o apoio do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria de Cultura do Ceará e de seus equipamentos, o Centro Cultural Bom Jardim e o Teatro José de Alencar, geridos pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), bem como da Secretaria de Igualdade Racial e da Secretaria de Diversidade.
No âmbito municipal, a Festa de Iemanjá, considerada o maior festejo das religiões de matriz africana do Ceará, também tem a parceria da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secult For).
Iemanjá
É a nossa senhora do mar e no Brasil ela é representada com um vestido azul e tiara na cabeça e paira pelas águas com cabelos soltos. Por meio do sincretismo religioso é associada a Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Assunção, também festejada dia 15 de agosto, onde é celebrada como padroeira do Estado do Ceará. A data 15 de agosto é feriado municipal e mais outra conquista dos Povos de Terreiro é que este dia, integra o calendário oficial dos festejos tradicionais, pela Lei 17, 104 e a celebração passa a ser considerada como patrimônio imaterial, conforme o decreto 14.262.
Cobertura
Para ter acesso às imagens fotográficas do festejo de Iemanjá 2023, realizadas pela comunicação do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), um dos apoiadores do evento, acesse:
https://bit.ly/FotosCoberturaFestejoIemanjaCCBJ (Fotos Mar Pereira)
https://bit.ly/FotosCoberturaFestejoIemanjaCCBJ2 (Fotos Flávia Almeida)
O CCBJ solicita que salvem suas imagens o mais breve possível, pois o link é temporário e ao divulgar, por gentileza, inserir os créditos das imagens: Acervo CCBJ, imagens por Flávia Almeida e Mar Pereira.
Inscrições abertas para a primeira edição do curso “Leituras Guiadas Achille Mbembe” na obra seminal “Crítica da Razão Negra” (2013). O curso é ministrado pelo professor, curador e pesquisador Rômulo Silva. Rômulo já participou de diversas programações culturais e formativas no Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará (SECULT), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), por meio da sua Escola de Cultura e Artes.
O curso acontece de 9 de outubro a 3 de novembro, das 19h às 21h e possui 32 vagas, com 5 vagas reservadas para pessoas trans. Saiba mais e inscreva-se em: https://bit.ly/LeiturasGuiadasAchilleMbembe
O objetivo principal dos encontros é apresentar, ler, refletir e pensar o pensamento com e a partir de cada capítulo da principal obra do filósofo. Dialogando com o pensamento de Frantz Fanon, Édouard Glissant e com as metafísicas africanas, dentre outros autores, a cada capítulo somos convidados a olhar o contemporâneo a partir da experiência negra, onde veremos alguns conceitos centrais em sua obra: necropolítica, a questão da raça, o Branco e o Negro, diferença e autodeterminação, a clínica do sujeito e devir-negro do mundo.
Conforme Mbembe, pela primeira vez na história humana, o nome Negro deixa de remeter unicamente para a condição atribuída aos genes de origem africana durante o primeiro capitalismo. A este caráter descartável e solúvel, à sua institucionalização enquanto padrão de vida e à sua generalização ao mundo inteiro, chamamos o devir-negro do mundo.
Na segunda semana de agosto, o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará (SECULT), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM) trouxe uma série de atividades e programações voltadas para o Dia da Juventude e nos seus programas fixos.
Na quinta-feira (10), compondo a programação do Teatro em Pauta, o projeto artístico e sociocultural educativo ReColhaArte apresentou “Turminha da Coleta”, um espetáculo que ajuda os espectadores a desenvolverem a empatia, como também, ganhar mais conhecimento, ajudar a cuidar da natureza e colaborar para a construção da Paz Ambiental. Na sexta (11), compondo a programação do Sexta com Dança, o coletivo ÁREA apresentou “ÁREA”, um espetáculo cênico construído nos Percursos de Criação, plataforma da Bienal Internacional de Dança do Ceará.
No Dia da Juventude, além do Festival JUVPerifa, aconteceu pela manhã a seletiva “Use a voz” no Teatro Marcus Miranda do CCBJ, compondo as Solicitações de Pauta do CCBJ, uma seletiva de novos talentos que busca dar visibilidade a cantores(as) independentes, promovida pela Use Produções. O evento premou os três primeiros colocados que foram avaliados por um júri reconhecido na linguagem musical.
A Biblioteca Cristina Poeta do CCBJ, por meio do programa Sombrinha Literária, trouxe para o Ciclo de Leitura da semana a leitura do livro “Silêncio” e para o Cine Leitor a exibição do filme “As Aventuras de Robinson Crusoé”. A programação acontece semanalmente nas terças e quintas-feiras na Biblioteca e é aberta ao público geral que frequenta o equipamento.
A programação do CCBJ contou com diversas oficinas e atividades promovidas pelo seu Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE), voltadas para crianças e adolescentes frequentadores do equipamento, trabalhando o tema “Memória e Patrimônio”: as atividades “Corpos, gestos e movimento”, “Batuque e Memória” e “Batuque e Patrimônio”, do projeto Vivências Artísticas; a atividade “Linha do tempo”, do projeto Só Uz Crias; a atividade “Desenho e pintura: Identidade em pauta”, do projeto NArTE em Cores; o cine debate sobre o filme “Ex-pajé, no projeto Cine NArTE e a atividade “Dialogando sobre bullying #CrescerSemViolência”, do projeto “É O Brinca”.
Acompanhe a programação artística e cultural semanal do CCBJ através do Instagram, Facebook e site do CCBJ.
Compondo a programação do Cultura Digital, Garu Pirani, Rodrigo Lopes e Pedra Silva apresentam a obra virtual “Para a Terra Volta Toda Corpa em Matéria”, no dia 19 de agosto, às 18h, no Teatro Marcus Miranda do CCBJ. A obra é um projeto entre o Webart e Jogo e pode ser acessada direto do navegador em smartphones e computadores sem precisar da instalação de nenhum app, possibilitando um acesso amplo a uma experiência de Realidade Virtual.
Com curadoria e projeto gráfico de Rodrigo Lopes, modelagem 3D de Garu Pirani, produção musical de DJ Viúva Negra e produção executiva de Dhiovanna Barroso, o projeto “Para a terra volta toda corpa em matéria” parte das pesquisas da artista-educadore Pedra Silva, que encruzilham memória, arquivo, corpa e macumbaria. O Espaço Virtual 360º é uma viagem pelo quintal de Pedra, localizado no bairro Planalto Ayrton Senna (antigamente conhecido como Pantanal) em Fortaleza (CE), reconstruído a partir de modelagem 3D, onde estão reunidas parte de suas obras.
Acesse: https://paraaterra.hotglue.me/
Para uma experiência completa da obra, siga as instruções abaixo:
– Indicamos o uso de fones de ouvido para uma melhor experiência;
– Antes de iniciar clique no botão para colocar a obra em Tela Cheia;
– No celular, gire seu aparelho em todas as direções para olhar em volta;.
– No computador, clique e arraste na direção desejada;
– Clique nas setas para caminhar pelo espaço;
– Clique no botão ◉ para investigar os objetos;
– Clique no botão▸para ouvir ensaios propostos;
– Caso a experiência trave, você pode acessá-la diretamente pelo site: https://paraaterra.hotglue.me/
Sobre a instalação
Dialogando com o conceito-ação “Afrografias da Memória”, da professora e pesquisadora Leda Maria Martins, as as pessoas envolvidas na produção da obra assumem a importância de afrografar no espaço-tempo as religiosidades, ciências, saberes e organizações que foram saqueadas do povo negro desde o tempo da colonização no Brasil. “Para compreender os limites e possibilidades de presentificar a macumbaria na virtualidade, transmutamos o quintal da artista e parte de suas obras em um espaço virtual. Essa transição do físico para a virtualidade é também uma forma de denunciar as especulações imobiliárias em torno das comunidades periféricas, um jogo capitalista que transforma o território em moeda, invisibilizando e desumanizando vidas racializadas”, conta Garu.
No dia 19 de agosto, no Teatro Marcus Miranda do CCBJ, o momento será totalmente aberto ao público e contará com uma ação de arte-educação, na qual serão utilizados dos ensaios propostos em áudio na obra, dos gestos e materialidades presentes na pesquisa para a ativação da obra. Além de apresentar a pesquisa desenvolvida ao longo dos 3 anos da Coletiva, se aprofundando no processo de criação e produção das obras e abordar o uso das tecnologias digitais e da virtualidade como espaços de construção e troca de saberes.
A tradicional Festa de Iemanjá, realizada pelo Fórum Permanente do Povo de Terreiro do Ceará, entra em sua 10° edição com uma programação que se divide entre o Teatro José de Alencar e o Aterro da Praia de Iracema. Este ano, o evento tem como tema a “Tradição e Luta pelos Direitos e Garantias do Patrimônio Imaterial do Estado do Ceará”.
A pré-abertura e o encerramento do festejo ocorrem, respectivamente, nos dias 12 e 17 de agosto, no Teatro José de Alencar (ver programação). Já nos dias 14 e 15, a orixá conhecida como a mãe das águas é celebrada no Aterro da Praia de Iracema. Além das oferendas a Iemanjá e dos rituais religiosos, o evento conta com diversas apresentações culturais, nestes dois dias.
Realizada anualmente, a celebração figura o calendário oficial dos festejos tradicionais do Ceará pela Lei 17.104, contando com grande adesão do público. A tradição teve início em 2013 com um conjunto de Terreiros de Umbanda de Fortaleza e Região Metropolitana e, desde então, a festa tem reunido adeptos da Umbanda e do Candomblé, bem como simpatizantes das religiões e turistas presentes na cidade no mês de agosto.
O festejo tradicional é considerado Patrimônio Imaterial conforme decreto nº 14.262, registrado pela Prefeitura de Fortaleza, um dos apoiadores do evento, por meio da Secretaria de Cultura de Fortaleza.
O evento também conta com a parceria do Governo do Ceará por meio da Secretaria da Igualdade Racial e da Secretaria de Cultura do Ceará, bem como do Centro Cultural Bom Jardim e do Teatro José de Alencar, equipamentos da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secult CE, gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM).
O Fórum Permanente do Povo de Terreiro do Ceará realiza o evento sob a coordenação geral do Pai Neto Trança Rua, mestre da Cultura e dirigente da Associação Espírita de Umbanda São Miguel, um dos terreiros envolvidos na criação da Festa de Iemanjá.
PROGRAMAÇÃO:
Dia 12 – Pré-lançamento a partir das 16h, no TJA (sábado)
16h às 21h Festa de Iemanjá – “Tradição e Luta pelos Direitos e Garantias do Patrimônio Imaterial do Estado do Ceará”. Falas de abertura com representações das associações e instituições promotoras. (45 min)
Local: Pátio Nobre, Sala Izaíra Silvino e Palco Principal
Classificação: Livre
Gratuito
A programação constará de: Mesa Redonda/Roda de Conversa (16h, no Foyer), Feira de Empreendimentos e Manifestações Afro-Brasileiras + Roda de Capoeira (Pátio Nobre) e apresentações artísticas (Palco Principal).
às 17h, Pátio Nobre, Apresentação da Associação Zumbi Capoeira (45 min)
às 18h, Palco Principal, apresentação Filhos de Oyá (45 min)
às 19h, Palco Principal, apresentação Grupo Cultural Toque de Senzala (45 min)
Das 16h às 20h, Pátio Nobre, Feira de Empreendedores da comunidade das Expressões Culturais Afro-Brasileiras
Classificação: para todos os públicos
14h às 19h
[EXPOSIÇÃO] “Aqua – Uma Cartografia de Afetos e Deslocamento”, de Kennedy Saldanha
Local: Galeria Ramos Cotoco (Anexo CENA)
Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h; sábados e domingos, das 14h às 19h
Classificação: Livre – Acesso gratuito
A exposição é resultante de um projeto curatorial do jornalista e pesquisador em artes visuais Kennedy Saldanha que, ao longo de 10 anos, reuniu como um souvenir de viagem, as águas que foram sendo coletadas por amigos em viagens de férias ou a trabalho. E assim pode construir uma cartografia afetiva a partir do curso destes rios deslocados de seu espaço natural para compor um manifesto de preservação ao bem mais precioso do planeta terra. O projeto expográfico é do artista visual Narcélio Grud, que construiu a obra “Aguaceiro” que dá corpo à narrativa proposta aproximando o visitante de uma poética visual que pode ser vista de muitos modos.
Abertura da Tradicional Festa de Iemanjá no Aterro da Praia de Iracema
Dia 14 de agosto 2023 (segunda-feira)
Às 18h00min, acolhida (10 min)
Às 18h10min, Falas institucionais:
Às 18h10min, Pro Terreiro – (Pai Neto)
Às 18h15min, Associação Cultural de Umbanda Rainha Justiça (Pai Raimundinho Dente de Ouro);
Às 18h20min, Associação Cultural Afro Brasileira Pai Luiz de Aruanda (Pai Ricardo de Xangô e Mãe Bia);
Às 18h25min, Associação Espírita de Umbanda São Miguel (Carla Vanessa);
Às 18h30min, Sociedade Espiritual de Umbanda Caboclo Indio (Pai Iran);
Às 18h35min, Pai Varela;
Às 18h40min, o Secretário Municipal de Cultura de Fortaleza ( Dr. Elpídio Nogueira);
Às 18h50min, apresentação Cultural Grupo Cultural D’Passagem (30 min);
Às 19h20min, início da Gira (ritual) em homenagem a Rainha do Mar (3h40min);
Às 23h00min, Primeira oferenda para Iemanjá.
Continuação da Tradicional Festa de Yemanjá no Aterro da Praia de Iracema
Dia 15 de agosto de 2023 (terça-feira)
Às 08h30min, Coco das Goiabeiras Rainha do Mar (60min)
Às 09h30min, Grupo Cultural ……………………….. (60min)
Às 10h30min, Grupo Cultural Toque de Senzala (60min)
Às 11h30min, Dança Cigana com a Cigana Kassandra e a Cigana Shoraya (60min)
Às 12h30min, Acolhida dos terreiros, falas institucionais e chegada da imagem de Yemanjá na jangada (90min)
Às 14h00min, Gira de Caboclo, Marinheiros, Reis, Rainhas, Príncipes e princesas em homenagem a mãe Yemanjá (180min)
Às 17h00min, Saída da jangada com as oferendas para a nossa Mãe Yemanjá a ser entregue na risca do mar, acompanhado com pontos cantado (cânticos) pelo o cantor “DGAL SOLO” (60min).
Às 18h00min, encerramento.
Encerramento dos Festejos de Iemanjá, no Theatro José de Alencar
Dia 17 de agosto de 2023 ( quinta-feira)
9h às 19h
[EXPOSIÇÃO] “Aqua – Uma Cartografia de Afetos e Deslocamentos”, de Kennedy Saldanha
Local: Galeria Ramos Cotoco (Anexo CENA)
Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h; sábados e domingos, das 14h às 19h
Classificação: Livre
Acesso gratuito
A exposição é resultante de um projeto curatorial do jornalista e pesquisador em artes visuais Kennedy Saldanha que, ao longo de 10 anos, reuniu como um souvenir de viagem, as águas que foram sendo coletadas por amigos em viagens de férias ou a trabalho. E assim pode construir uma cartografia afetiva a partir do curso destes rios deslocados de seu espaço natural para compor um manifesto de preservação ao bem mais precioso do planeta terra. O projeto expográfico é do artista visual Narcélio Grud, que construiu a obra “Aguaceiro” que dá corpo à narrativa proposta aproximando o visitante de uma poética visual que pode ser vista de muitos modos.
15h – [IV FESTA DE IEMANJÁ] Roda de conversa “Educação e Cultura”
Local: Sala Izaíra Silvino (Foyer)
Gratuito
16h – [PATRIMÔNIO] Visita Guiada Especial com Vilani Moreira Barbosa
Local: Jardim de Burle Marx
Gratuito
Um manifesto pelo jardim. A forte e cultivada relação de Vilani Moreira Barbosa com mundos vegetais nos sensibiliza. Advogada por profissão e jardineira em todas as horas, Vilani já atuou como guia cultural no TJA. No trajeto, ela nos convida a olhar melhor o movimento contínuo da vida apreciando a diversidade no jardim projetado por Burle Marx (1909-1994).
17h às 18h30 – [LITERATURA] Lançamento do livro de Marcelo Costa
Local: Pátio Nobre
Gratuito
17h30 – [IV FESTA DE IEMANJÁ] Apresentação Maracatu de Aracati
Local: Calçada e Saguão
Gratuito
19h – [TEATRO] “Das que ousaram desobedecer”, da Cia Brávia de Teatro
Local: Palco Principal (100 lugares)
Duração: 60min
Classificação: 12 anos
Gratuito – distribuição de senhas 1h antes, por ordem de chegada.
O espetáculo fala sobre mulheres cearenses que lutaram contra a ditadura do Regime Militar dos anos 1960 e 1970 no Brasil. Rosa da Fonseca, Nadja Oliveira, Ruth Cavalcante, Helena Serra Azul, Rita Sipahi, Beliza Guedes, Jana Barroso são algumas dessas mulheres que tiveram suas histórias de luta marcadas por um regime opressor e cruelmente repressor. As atrizes se deixam atravessar pelas memórias dessas mulheres e tentam reviver as sensações através de suas narrativas.
A primeira semana de agosto trouxe para a programação cultural a coletiva Pretarau e um cine debate em alusão ao Dia Internacional de Conservação dos Manguezais, além da abertura das inscrições para a terceira turma Curso Extensivo em Audiovisual do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará (SECULT), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM).
A Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (SEMA), equipamentos do Instituto Dragão do Mar (IDM), o Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba e o próprio CCBJ, e parceiros, como Ecomuseu Natural do Mangue e ONG Aquófilos, em alusão ao Dia Internacional de Conservação dos Manguezais, realizou no dia 3 de agosto a exibição de filmes e um bate-papo com a professora Sandra Sandra Beltran-Pedreros, doutora em Biologia Marinha, professora e diretora da Aquófilos, organização da Sociedade Civil, no Teatro Marcus Miranda do CCBJ.
Além disso, a programação cultural do CCBJ contou com o Sarau das Pretas, atividade que aconteceu no sábado (05), promovida e organizada pela Coletiva Pretarau, compondo o programa Jardim de Possibilidades do CCBJ. Uma iniciativa inédita e independente de mulheres negras artistas, poetas e slammers da cidade de Fortaleza e região metropolitana, que surge no ano de 2019 por meio da necessidade de um espaço voltado para a celebração de suas poemas, fortalecimento da sua arte e contribuição para a sua divulgação na cena artística nordestina e brasileira.
A Biblioteca Cristina Poeta do CCBJ, por meio do programa Sombrinha Literária, trouxe para o Ciclo de Leitura da semana a leitura do livro “A Incrível Expedição aos Dinossauros” e para o Cine Leitor a exibição do filme “Festa no Céu”. A programação acontece semanalmente nas terças e quintas-feiras na Biblioteca e é aberta ao público geral que frequenta o equipamento.
A programação do CCBJ contou com diversas oficinas e atividades promovidas pelo seu Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE), voltadas para crianças e adolescentes frequentadores do equipamento, trabalhando o tema “Memória e Patrimônio”: a atividade “Pintando a Memória”, promovida pela Rede Cultura Infância, “Memória e Identidade”, promovida no projeto SohUzCria, as atividades “Colorindo com Cidadania” e “Pintura e Patrimônio”, promovida pelo projeto Vivências Artísticas e a atividade “Desenho e pintura: ancestralidades”, promovida pelo projeto NArTE em Cores.
Acompanhe a programação artística e cultural semanal do CCBJ através do Instagram, Facebook e site do CCBJ.
O Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), por meio do Programa de Audiovisual da Escola de Cultura e Artes, lamenta a morte de Douglas de Paula. O produtor audiovisual carrega um nome importante para o audiovisual cearense pela sua atuação como produtor e como militante da cultura. Doug, como era conhecido, mediou a participação de alunos da segunda turma de Extensivo em Audiovisual como monitores do júri jovem e da produção da 20° edição do festival NOIA.
Doug foi presidente da Câmara Setorial da linguagem, órgão consultivo ligado à Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (ADECE), diretor do Mercado Audiovisual do Nordeste, membro fundador da Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte, Nordeste (CONNE), além de uma figura constante nos bastidores em diversas edições do do Festival Cine Ceará.
Nos solidarizamos com amigos e familiares de Doug e suas produções no cinema cearense serão sempre lembradas e revisitadas pelo CCBJ, por meio do Programa de Audiovisual da sua Escola de Cultura e Artes.
Buscando proporcionar um ambiente inclusivo e acessível para todes, além de dispor de intérpretes de Libras nos cursos, atividades e programações culturais, o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), por meio da sua Escola de Cultura e Artes, também oferece atendimento especializado em Libras.
O serviço de atendimento especializado com intérpretes de Libras deve ser solicitado por meio de agendamento prévio, preenchendo o formulário disponível no link: https://bit.ly/AtendimentoLibrasCCBJ
Desde 2020, o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará (SECULT), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), promove programações virtuais e presenciais com janela de intérpretes de Libras. Nos últimos três anos, o equipamento expandiu o serviço de intérpretes para tradução e interpretação de editais e chamadas públicas e aulas ministradas na Escola de Cultura e Artes do CCBJ.
Hoje, Sara Martins e Emilly Magalhães, intérpretes de Libras da Escola de Cultura e Artes do CCBJ fazem a tradução de aulas e oficinas de acordo com a demanda de pessoas surdas matriculadas em cada um dos cursos. Além disso, as intérpretes também auxiliam a secretária escolar, coordenações, assistências e supervisões no que tange a acessibilidade comunicacional (Libras/Port), colaboram junto à supervisão e assistência pedagógica na construção de materiais acessíveis relacionados à língua brasileira de sinais em documentos e no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e atuam na interpretação em ações formativas ligadas a Escola de Cultura e Artes do CCBJ.
Sobre a importância dos intérpretes de Libras atuando nos cursos e formações do CCBJ, Vitória Sâmea, Supervisora do Programa de Acessibilidade da Escola de Cultura e Artes do CCBJ, diz que “compreendemos, enquanto Escola de Cultura e Artes, que ter acesso a arte e cultura é direito de todas as pessoas, desse modo, pessoas surdas podem ter acesso quando se tem também Tradutores e Intérpretes de Libras”.
Além das intérpretes da Escola de Cultura e Artes do CCBJ, o equipamento também conta com uma equipe de quatro intérpretes de Libras para tradução de chamadas públicas e editais e interpretação simultânea de programações culturais. O CCBJ está sempre trabalhando para que os serviços oferecidos pelo equipamento sejam acessíveis para todes, como a educação, cultura e artes devem ser.
A programação cultural e formativa da Colônia de Férias do CCBJ animaram a segunda metade de julho no Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará (Secult), gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM). Duas semanas repletas de oficinas, minicursos, atividades e apresentações de música, dança e teatro, trazendo experiências divertidas e educativas na cultura e arte da periferia.
O CCBJ, por meio do seu Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE) e eixo de Ação Cultural, promoveu diversas atividades voltadas para crianças e adolescentes da comunidade, desde brincadeiras à oficinas artísticas para animar a última semana de férias da criançada. A programação contou com um passeio à Caixa Cultural, gincanas populares, campeonato de dominó e futemesa, oficina de pipas, desenho e pintura e mamulengos, jogos recreativos e até batalhas de TikTok.
A Escola de Cultura e Artes do CCBJ garantiu o aprendizado da galerinha, oferecendo 11 minicursos de férias nas linguagens de Audiovisual, Cultura Digital, Acessibilidade, Música, Dança e Teatro. Os minicursos foram ministrados por monitores dos programas de ensino do CCBJ, proporcionando uma experiência única não só para as crianças e adolescentes da comunidade, mas também para quem já vive imerso diariamente na rotina da Escola de Cultura e Artes do CCBJ.
Os cursos oferecidos foram: Oficina de Prática de Libras Básico para Adultos e Idosos, ministrado por Liliane Moraes Freitas e Amanda Aureliano; Produção audiovisual: o processo e a prática, ministrado por Ricco Sales; Narrativas de Cinema de Horror e Medo, ministrado por Priscila Smiths; Informática Básica, ministrado por Karine Almeida e Miguel Ângelo; Iniciação à Pixel Art, ministrado por Wyll Mota; Iniciação à Modelagem 3D, ministrado por Wyll Mota; Oficina de Violão: Música Popular Nordestina, ministrado por Weverton Oliveira; Vivência de Agbê / Xequerê com Mulheres: Toques da Cultura Popular, ministrado por Nicoly Araújo; Do Majorette Hip Hop a Dança Experimental, ministrado por Lucas Vaz e Fran Córnio, Montagem coreográfica em danças contemporâneas, ministrado por Monalisa Gomes e Brincação – Jogos Teatrais para Crianças, ministrado por Eliaquim Carneiro.
A programação cultural durante a última semana de julho trouxe diversas atrações para a Praça Central e Teatro Marcus Miranda do CCBJ. Os programas fixos do CCBJ trouxeram edições especiais, com artistas e convidades voltados para a programação da Colônia de Férias do CCBJ. O Teatro em Pauta promoveu a exibição do espetáculo “O Pescador e o Barquinho”, de Evan Teixeira e do espetáculo “Um Pé de Moringa – Espetáculo infantil”, do Coletivo Miúdo de Teatro. As Solicitações de Pauta do CCBJ também compuseram a programação de férias, com a exibição do espetáculo “Luzia”, de Ana Prudêncio. A programação de sábado à noite encerrou em grande estilo com o programa Todos os Sons, que trouxe o Baile da Negona, com a DJ Negona, na Praça Central do CCBJ.
O Programa Sombrinha Literária da Biblioteca Cristina Poeta também promoveu uma programação especial de férias durante a semana. O projeto Ciclo de Leitura trouxe a leitura do livro “Fofoca Reversa”. No Cine Férias, foi exibido o filme “UP – Altas Aventuras e o Karaokê da sexta-feira também veio em clima de férias, proporcionando um momento divertido para as crianças e adolescentes frequentadores da Biblioteca Cristina Poeta do CCBJ.
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O Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria da Cultura do Governo do Ceará (SECULT), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM) teve a honra de cruzar caminhos com Rogério Mesquita, ator e produtor cearense, um dos fundadores do grupo Bagaceira.
Rogério Mesquita foi professor da primeira turma do curso extensivo em teatro do Centro Cultural Bom Jardim, por meio da sua Escola de Cultura e Artes, em 2018.
Esteve como professor da Programa de Teatro do CCBJ em períodos durante 2016 a 2019 , integrando o corpo docente nos cursos livres de teatro.
Em nossos palcos, Rogério Rodrigues, protqgonizou no CCBJ em 2019 com o grupo Expressões Humanas de Herê Aquino, com a peça “O ano que não acabou”, que retratava tempos da ditadura militar.
O CCBJ se solidariza com amigos e familiares desse artista incrível, que compôs o corpo docente do equipamento e proporcionou aos que tiveram a honra de participar de suas aulas, momentos de aprendizado e imersão na arte teatral.
Na foto, ele pousa em uma de nossas artes expostas nas paredes do equipamento. E como essa foto, que eternize em nossos corações e memórias sua arte e seu sorriso.
O Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria de Cultura do Ceará (SECULT CE) gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), estreita laços com artesãs do Grande Bom Jardim por meio do Café com as Artesãs, encontro mensal que se ramifica também em feiras de artesanatos no equipamento.
A iniciativa do CCBJ se dá por meio do Núcleo de Articulação Técnica Especializada, o NArTE, um dos setores do equipamento, e visa o fortalecimento da rede de artesãs do território. Segundo Aurianderson Amaro, articulador comunitário do CCBJ, a necessidade de fortalecer a relação com essas profissionais foi percebida com o retorno das atividades presenciais, após a pandemia de Covid-19.
Em abril de 2022, o Café com as Artesãs surgiu e, nas últimas quartas-feiras de cada mês, as artesãs e os articuladores comunitários do NArTE fazem um café partilhado nos ateliês dessas artesãs, enquanto discutem acerca de temas como economia criativa, direitos humanos e vida comunitária. Além disso, os encontros contam com oficinas, trocas solidárias e articulação de ações sociais e eventos, como as feiras.
Aurianderson conta que muitas artesãs não se conheciam e, por meio das ações conjuntas, elas têm encontrado valor no cuidado e na partilha solidária. “Elas vêm se fortalecendo, conversando sobre suas dificuldades e conquistas, trocando experiências e aprendendo a criar coletivamente.”
Café com Cristina Sousa
A fala do articulador comunitário é reforçada pelo relato de Cristina Nascimento de Sousa. “Os encontros nos fortalecem coletivamente, o fazer coletivo é diferente e ousado, o Café com as Artesãs trouxe essa linguagem de parceria, sororidade e feminismo, pois possibilita nos conhecer e crescer coletivamente”.
Entre artesãs que trabalham de forma individual, grupos produtivos e associações, Cristina é uma das 24 artesãs que fazem parte do projeto. Ela trabalha com artesanato há 15 anos e faz parte do grupo produtivo Criart, coletivo de mulheres que atua na economia solidária.
Para a artesã, as principais contribuições do Centro Cultural Bom Jardim para o artesanato e para os artesãos no território do Grande Bom Jardim é a orientação de Aurianderson Amaro e Shirley Lima e o espaço que o equipamento cede às feiras de artesanato.
CCBJ incentiva a arte e cultura periférica em produção artesanal
Além das feiras de eventos do CCBJ, foi criada a feira-fixa, que acontece todas as segundas sextas-feiras de cada mês na instituição. A feira-fixa foi pensada pelas mulheres que fazem parte do Café com as Artesãs a fim de criar, conforme Cristina, vínculos com moradores dos arredores do CCBJ e de apresentar seus produtos para os usuários do equipamento.
De acordo com Aurianderson, as feiras realizadas no CCBJ têm o intuito de “fazer fruir a cultura local, incentivar a economia e o empreendedorismo do território”. Nesse sentido, além das artesãs do Café com as Artesãs, as feiras de eventos priorizam a rotatividade de feirantes.
“Atualmente temos um cadastro de feirantes lançado em novembro de 2022 e conta com mais de 50 pessoas que têm como renda principal ou renda secundária o artesanato, comidas e demais serviços”, conta. Esse cadastro é acionado nos eventos da instituição e, dessa forma, os setores NArTE e Ação Cultural impulsionam o trabalho cultural do Grande Bom Jardim.
“Todas as artesãs que participam do nosso projeto são mulheres que empreendem, que criam e lutam diariamente para manter seu saber vivo, isso é muito inspirador!”, declara Aurianderson Amaro. O articulador comunitário atribui a ligação desses setores do CCBJ com a produção artesanal ao desejo de mostrar a cultura e a arte da comunidade, considerando o artesanato como fonte de produção de renda e de autoestima para as artesãs.
Para participar dos encontros Café com as Artesãs e ingressar na feira mensal exposta no CCBJ, entre em contato com a Articulação Comunitária por WhatsApp: (85) 9138-9742.
Celebrando a cultura da juventude periférica e garantindo seu protagonismo, o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) celebra o Dia Nacional da Juventude com o festival JUVPerifa, que promove uma programação diversa, exaltando a arte, cultura, estética e corporeidades da juventude do Grande Bom Jardim. O festival acontece no dia 12 de agosto, na Praça Central do CCBJ, com uma programação cultural totalmente gratuita.
A programação conta com Batalha de Danças Periféricas, Feira de Economia Criativa, oficinas e atividades diversas, Barraca de Redução de Danos, a apresentação do espetáculo “Um Show de Circo”, encerrando com Nick Sol, apresentando o show “Nick ‘Sol Pra Todxs’”. JUVPerifa é um festival promovido pelo Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará (Secult), gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), em parceria com a Secretaria da Juventude.
A programação acontece de 15h às 21h30, e o Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE) do CCBJ preparou uma tarde de jogos e atividades para a galera da comunidade. Às 15h, acontece o “Tá Interade?”, um jogo educativo sobre o Estatuto da Juventude. Às 16h30, será realizada uma vivência em artes visuais. A Feira de Economia Criativa inicia às 17h e vai contar com Barraca de Redução de Danos promovida pelo NArTE, tabacaria e body piercing, venda de artesanato, roupas, acessórios, comidas e bebidas, além de serviços especiais como massoterapia e trancismo.
A Batalha de Danças Periféricas abre a programação cultural do festival JUVPerifa, um espaço para a juventude do Grande Bom Jardim mostrar seu talento, ginga e envolvimento nas danças periféricas. A batalha irá premiar os primeiros colocados e contará com duas categorias de participação: a Categoria 1, voltada para pessoas de 12 a 17 anos e a Categoria 2, para pessoas de 18 a 29 anos. As inscrições para ambas as categorias e a divulgação de mais informações sobre a batalha acontecem no dia 10 de julho, nas redes sociais do CCBJ. As vagas são limitadas.
A programação do JUVPerifa vai contar com a apresentação do espetáculo “Um Show de Circo”, às 19h, apresentado pela Cia Circulart, que traz para a cena um “Varieté” bem diversificado, com a proposta de valorizar a arte circense e proporcionar ao público a oportunidade de vivenciar momentos mágicos, inesquecíveis e encantadores.
Nick Sol encerra o evento às 20h, com o show “Nick ‘Sol Pra Todxs’”, um projeto que visa, através da música e da dança, misturar cores, sabores e gente. Será um show que mistura o Funk, Pop nacional e internacional, MPB, virais do TikTok, performance de dança, cenário, efeitos visuais, participações especiais de artista ‘ Drags’, cor, alegria, mensagem informativas e amor.
Proporcionando à comunidade a oportunidade de aprender como produzir curta-metragens que podem ser exibidos em diversos festivais e mostras nacionais, estão abertas as inscrições para a terceira turma do Curso Extensivo do Programa de Audiovisual do Centro Cultural Bom Jardim, em parceria com a UFC. O curso oferece 20 vagas para pessoas bolsistas e as aulas acontecem no período noturno, de setembro de 2023 a março de 2025.
A Chamada Pública do Curso Extensivo de Audiovisual 2023 é uma iniciativa do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará (Secult), gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), por meio do Programa de Audiovisual da sua Escola de Cultura e Artes, em parceria com o curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC).
As aulas acontecerão de 18 à 21h10, de segunda a sexta, podendo eventualmente ocorrer também nos sábados, presencialmente no CCBJ. As inscrições acontecem de 01 a 15 de agosto, através do preenchimento do formulário disponível no site do CCBJ. Para se inscrever e conferir a chamada completa, acesse: ccbj.org.br/oportunidades
Incentivos e pré-requisitos
Cada pessoa selecionada terá direito a uma bolsa-auxílio no valor de R$ 400,00, paga durante todo o período do curso. Para se inscrever no Curso Extensivo de Audiovisual do CCBJ, a pessoa interessada deverá:
- Ter no mínimo Ensino Fundamental ll completo;
- A partir de 16 anos;
- Experiência no currículo artístico.
Sobre os curso
O percurso formativo de 1300 h/a propõe uma formação que está dividida em módulos; técnicos, teóricos e práticos, proporcionado à comunidade uma experiência com a linguagem que dialoga constantemente com o fazer artístico e a construção e elaboração constante de narrativas audiovisuais que possam dar a ver os múltiplo cinemas. Acreditar na potência do cinema na periferia, é sobretudo, apostar na capacidade de o cinema intensificar invenções de mundos e na possibilidade que ele tem de mobilizar a vida comunitária.
Cronograma
Inscrições: 01 a 15 de agosto
1ª Etapa – Análise Documental: 16 a 18 de agosto
Resultado Preliminar 1ª Etapa – Análise Documental: 19 de agosto
Período de Recurso da 1ª Etapa: 21 e 22 de agosto
Resultado final da 1ª Etapa: 23 de agosto
2ª Etapa – Entrevista/Vivência: 28 e 29 de agosto
Resultado Preliminar 2ª Etapa – Entrevista/Vivência: 30 de agosto
Período de Recurso 2ª Etapa: 31 de agosto a 01 de setembro
Resultado final da 2ª Etapa: 02 de setembro
3ª Etapa – Matrícula: 04 a 06 de setembro
Convocação de Suplência: 07 e 08 de setembro
Início das Aulas: 11 de setembro
Dúvidas sobre a chamada: coordenacaodeaudiovisual.ccbj@idm.org.br ou asspedagogicaaudiovisual.ccbj@idm.org.br
O Centro Cultural Bom Jardim, em parceria com o Instituto Brasileiro de Políticas Digitais Mutirão e Theatro José de Alencar (TJA), abre inscrições para 5 ateliês de produção. Cada curso conta com 15 vagas para bolsistas e acontecem de agosto de 2023 a fevereiro de 2024, com três encontros semanais, de forma presencial.
As inscrições acontecem de até 3 de agosto, através de preenchimento de formulário, disponível na aba Oportunidades do site do CCBJ. Lá também está disponível o edital completo com todos os detalhes sobre os ateliês 2023.
Conheça os professores e professoras que ministrarão os ateliês de produção ofertados em 2023.2:
Lili Aragão (Ateliê de Produção Cultural e Realização de Eventos) – Mulher, preta, periférica, mãe solo, produtora e gestora cultural há mais de 16 anos no cenário cearense. Graduada em Administração e Especialista em Gestão Cultural. Compôs equipes em projetos da Secultfor, SecultCE, Instituto Mirante (Estação das Artes), Instituto Dragão do Mar (Centro Cultural Bom Jardim), Centro Cultural Banco do Nordeste, Rede Cuca, Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, Sindicato dos Bancários do Ceará, Nova Letra, Via de Comunicação, Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (PRODISC), Caldeirão das Artes Produções Artísticas e Produtora Noar Alpendre. A Feira da Música de Fortaleza, Feira Massa, Festival Jazz e Blues, Festival dos Inhamuns, Mostra de Música Petrúcio Maia, Festival Elos, Feira Massa, Viradão da Juventude, Maloca Dragão do Mar e Festival Mel Chorinho e Cachaça, são alguns dos principais eventos em que esteve na produção.
Mychel Rawny (Ateliê de Montagem e Manutenção de Computadores) – Bacharel em Sistemas da Informação pela Faculdade Católica Rainha do Sertão – FCRS. Atua como Educador Médio Integral do Instituto Centro de Ensino Tecnológico do Ceará e também coordena o Curso Técnico em Informática, com ampla experiência na área de tecnologia da informação, com mais de 10 anos em docência.
Eurilene Maciel (Ateliê de Corte e Costura) – Design de moda, monitora de costura e moda, artesã e professora de artesanato, costureira e empreendedora na área de economia criativa e circular.
Marina Carleial (Ateliê de Corte e Costura) – Possui graduação em Estilismo e Moda pela Universidade Federal do Ceará (2006). É pós-graduada em Moda e Comunicação. Ministrou curso de figurino no projeto Arte Urgente e em diversos outros projetos. Tem experiência em desenvolvimento de trabalhos cênicos de dança e em processos de ensino e aprendizagem com moda e artes. Atua nas áreas de Artes e Moda desenvolvendo ações diversas.
Lauro Viana (Ateliê Técnico de Sonorização) – Licenciado em Música pela Universidade Estadual do Ceará. Atuou em shows e gravações de artistas nacionais. Atualmente é professor de música e integra o Grupo Murmurando, banda de Adelson Viana, Orquestra Popular do Nordeste e atua em diversos grupos e artistas da cena cearense. No âmbito da sonorização atuou na logística de transporte, montagem e desmontagem de equipamentos de som, captação do áudio, mixagem e masterização e atualmente é técnico de gravação de um estúdio e tem uma empresa de locação de som para eventos de pequeno porte.
Helosa Araújo (Ateliê de Conteúdo para as Redes Sociais) – Sou Helosa, negra e nordestina. Filha de Jamalia. Do Axé. Fotógrafa, social média, pesquisadora e comunicóloga antirracista. Doutoranda em comunicação no ppgcom-ufc. Tem mestrado, também em comunicação. Tem interesse em contracolonizar a câmera, escurecer as redes e pesquisa sobre o cinema indígena.
Luana Holanda (Formação em Acessibilidade) – Produtora de eventos. Analista em Acessibilidade Cultural, Eventos e Instituições Educacionais. Analista em licitações. Bacharelando em Direito pela Universidade Federal do Ceará. Licenciando em Letras pela Estácio.
Os ateliês de produção são uma iniciativa do CCBJ e contam com apoio/parceria do Theatro José de Alencar, ambos equipamentos da Secretaria da Cultura do Ceará (SECULT), geridos em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM), através da Escola de Cultura e Artes do CCBJ e do Projeto TJA Teatro Escola – Canteiro de Artes da Técnica – Ateliês de Produção. As aulas acontecem presencialmente no CCBJ, em instituições parceiras do equipamento e no TJA.
Na última semana de férias, de 25 a 29 de julho, a Colônia de Férias do CCBJ traz uma programação robusta, gratuita e aberta à comunidade, com oficinas, atividades, espetáculos de música e teatro e muito mais. Esta é uma ação promovida pelo Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), equipamento da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará (Secult), gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM).
Na terça-feira (25), o programa Fortalecendo Redes promove um passeio à Caixa Cultural, participando do projeto “Jornada Pedagógica”, com uma visita guiada completa pelo espaço, voltada para as crianças atendidas pelo Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE) do CCBJ.
No dia 26 de julho, o NArTE promove um momento de Gincanas Populares a partir das 16h, com brincadeiras antigas como torta na cara, boia ou não boia, estoura balão e entre outras brincadeiras. Às 18h inicia o Campeonato de Dominó. uma atividade que instiga a curiosidade e desenvolve o raciocínio lógico dos pequenos que são incentivados a organizar estratégias, concentração e atenção, imaginação, criatividade, paciência e autocontrole.
Na quinta-feira (27), a programação traz uma edição de férias do programa Teatro em Pauta, com a exibição do espetáculo “O Pescador e o Barquinho”, de Evan Teixeira, às 19h no Teatro Marcus Miranda do CCBJ. Além disso, o NArTE promove uma oficina de pipas a partir das 10h, o Bingo do ECA, às 17h e uma oficina de desenho e pintura às 18h30.
No dia 28 de julho acontece mais uma edição do programa Teatro em Pauta, com a exibição do espetáculo “Um Pé de Moringa – Espetáculo infantil”, do Coletivo Miúdo de Teatro, no Teatro Marcus Miranda do CCBJ, às 19h. O dia também traz programações diversas, com jogos recreativos a partir das 17h, um Campeonato de Futemesa às 18h e uma oficina de Mamulengos às 19h, promovidas pelo NArTE.
No sábado, o NArTE promove uma Batalha Tik Tok e exibe o filme “O menino e o mundo”, ambos a partir de 18h. À noite, acontece a exibição do espetáculo “Luzia”, de Ana Prudêncio, no Teatro Marcus Miranda do CCBJ, ás 17h e a programação se encerra com um Todos os Sons especial, que traz o Baile da Negona, com a DJ Negona, na Praça Central do CCBJ a partir das 19h.
O Programa Sombrinha Literária da Biblioteca Cristina Poeta promove uma programação especial de férias durante a semana. O projeto Ciclo de Leitura acontece na terça-feira (25), às 15h, com a leitura do livro “Fofoca Reversa”. No Cine Férias, vai rolar a exibição do filme “UP – Altas Aventuras, às 15h, na quinta-feira (27). O Karaokê da sexta-feira (28) também vem em clima de férias, começando às 15h. Toda a programação acontece na Biblioteca Cristina Poeta do CCBJ.